Não me bastam holofotes,
Não me venham com correntes,
Não tirem a liberdade
desse ser inconsequente.
Nâo me deixe insensato,
Não meça meu raciocínio,
Pois o ser só é exato
Quando supre seu dominio.
Deixe-me gritar do meu jeito,
meu palavreado suspeito
desse meu jeito árido,
E que o mundo me ouça,
e que o resto...
O resto é silêncio...
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